Leishmaniose mucocutânea facial: desafios do diagnóstico
ao tratamento
A leishmaniose constitui um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo, sendo endêmica
em 88 países e a segunda doença mais importante dentre as causadas por protozoários com relevância
médica, superada apenas pela malária. Quando acomete a mucosa oral, a doença se torna destrutiva ou
ulcerovegetativa e granulomatosa, acompanhada pela presença de granulações grosseiras e sulcos profundos,
normalmente associada à sintomatologia dolorosa, dificuldade de deglutição, sialorréia, odor fétido e
sangramento. O diagnóstico é um verdadeiro desafio a toda equipe de profissionais, principalmente se o
paciente não reside em áreas endêmicas e também pela vasta possibilidade de diagnósticos diferenciais,
inclusive nos resultados de exames complementares e anátomo-patológico. O objetivo deste trabalho é
relatar um caso raro de leishmaniose mucocutânea, discutindo as formas de diagnóstico e tratamento.
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